Irã hoje: protestos, sabotagem, guerra psicológica e o risco real de uma grande guerra!!!



Irã hoje: protestos, sabotagem, guerra psicológica e o risco real de uma grande guerra

Enquanto a mídia corporativa ocidental insiste em repetir a narrativa de “protestos espontâneos por liberdade” no Irã, o que se revela por trás do véu da propaganda é um cenário muito mais grave: guerra psicológica, infiltração de serviços de inteligência estrangeiros e preparação para um conflito armado de grandes proporções.

A entrevista conduzida pelo professor Glenn Diesen com Seyed Mohammad Marandi, professor da Universidade de Teerã e ex-assessor da equipe de negociações nucleares do Irã, desmonta peça por peça a versão oficial vendida ao público ocidental.


🔴 O roteiro conhecido: sanções, caos econômico e violência dirigida

Marandi explica que o método é sempre o mesmo:

  1. Sanções econômicas severas → colapso artificial da moeda
  2. Guerra de informação e desinformação
  3. Aproveitamento de protestos legítimos
  4. Infiltração de grupos violentos altamente organizados
  5. Criação de um “clima de colapso” para justificar intervenção externa

Esse roteiro já foi aplicado na Síria, Líbia, Ucrânia (Maidan), Venezuela e em diversas “revoluções coloridas”.


🔥 O que a mídia não mostra: violência extrema e terrorismo urbano

Segundo Marandi, após protestos inicialmente pacíficos de comerciantes afetados pela queda da moeda, grupos infiltrados iniciaram ataques coordenados:

  • Assassinato de mais de 100 agentes da lei
  • Pessoas decapitadas, queimadas vivas e espancadas até a morte
  • Incêndios em clínicas, ônibus, ambulâncias e caminhões de bombeiros
  • Assassinato de uma enfermeira queimada dentro de uma clínica
  • Mortes de crianças e civis comuns

👉 Nada disso aparece na mídia ocidental.


🕵️ Mossad, CIA e guerra híbrida

A participação estrangeira não é especulação.

O próprio ex-diretor da CIA, Mike Pompeo, chegou a escrever publicamente:

“Feliz ano novo a todo iraniano nas ruas e também a todo agente do Mossad caminhando ao lado deles.”

Além disso:

  • O Mossad publicou mensagens em persa afirmando atuação dentro do Irã
  • Redes coordenadas atuavam via Telegram, Twitter e Instagram
  • Quando a internet foi cortada, os distúrbios colapsaram imediatamente

➡️ Sem coordenação externa, o caos simplesmente acabou.


🇮🇷 Milhões nas ruas: o que não cabe na narrativa

Enquanto o Ocidente falava em “Irã à beira do colapso”, milhões de iranianos saíram às ruas em todo o país:

  • Teerã
  • Isfahan
  • Tabriz
  • Mashhad
  • Ahvaz
  • E dezenas de outras cidades

Não eram manifestações organizadas por governo:

  • Pessoas saíram direto do trabalho
  • Gastaram horas em deslocamento
  • Defenderam a Constituição e a soberania nacional

👉 Um nível de legitimidade popular que governos europeus não conseguem reproduzir.


⚠️ O risco real: criar o pretexto para a guerra

Marandi é direto:

“Tudo isso sempre teve um objetivo: criar a narrativa necessária para justificar uma guerra contra o Irã.”

Senadores dos EUA, como Lindsey Graham, já falam abertamente em ataques.
Israel defende bombardeios “para libertar o povo iraniano”.
Trump repete informações falsas sobre cidades “tomadas”.

📌 O problema?
O Irã não está fraco — está mais preparado do que nunca.


🌍 O que isso revela sobre o Ocidente

  • A chamada “imprensa livre” omite fatos deliberadamente
  • Protestos pró-Irã são ignorados
  • A violência terrorista é rebatizada de “manifestação pacífica”
  • O genocídio em Gaza é normalizado
  • Quem denuncia, é silenciado

Como resumiu um comentarista:

“A desinformação virou uma arma de guerra.”


✊ Conclusão: não é sobre democracia — é sobre poder

O caso do Irã não é exceção, é regra.
Não se trata de direitos humanos.
Não se trata de liberdade.
Trata-se de controle geopolítico, fragmentação de Estados soberanos e manutenção da hegemonia.

E, desta vez, o mundo está assistindo mais atento.


🎥 Assista à entrevista completa:

👉 https://www.youtube.com/watch?v=hiAszA-k2Ng

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *